sábado, 10 de maio de 2014
Não faças nada
Não precisas fazer nada
Estares presente me basta;
Tua presença ilumina,
A quem de ti aproxima
A tua alma é casta.
Teu olhar me flecha o coração
Fico contente se passas,
Se ficas, eu sou feliz.
Morro de amor,
Se me abraças.
Te amar é viver,
Aurora em figura humana:
Não faças nada!
Paraíso é te encontrar
Na minha cama.
Harmonia e gentileza!
Exalas alegria na aventura,
Um dourado no destino,
Fez-te Deus, na natureza,
A mais fascinante criatura.
Maria Natividade
Mãe
Mãe
Manhã gelada
A que tu partiste
Te levei passear
E não resististe
Subimos a serra
Ainda tinhas vida
Voltaste como santa
Para a despedida
A ultima lágrima
Te vi derramar
Porque não conseguiste
Teus filhos juntar.
Em juntar teus filhos
Tu sempre sonhaste
Não mais conseguiste
Por isso choraste
A senhora da Paz
Pra si,te chamou
Estava lá na luta
E te abençoou
Haverá um lar Maior
Sempre a nossa espera
Onde nos juntaremos
Melhor do que era.
M. Natividade
Manhã gelada
A que tu partiste
Te levei passear
E não resististe
Subimos a serra
Ainda tinhas vida
Voltaste como santa
Para a despedida
A ultima lágrima
Te vi derramar
Porque não conseguiste
Teus filhos juntar.
Em juntar teus filhos
Tu sempre sonhaste
Não mais conseguiste
Por isso choraste
A senhora da Paz
Pra si,te chamou
Estava lá na luta
E te abençoou
Haverá um lar Maior
Sempre a nossa espera
Onde nos juntaremos
Melhor do que era.
M. Natividade
A rosa que colhi
Colhi uma rosa
Tão linda e cheirosa!
E, coloquei no centro da mesa;
Foi quando a cortei, que a libertei.
Pois até então,
Ela estava presa.
Quase arrependida
Olhei essa rosa
Dor no coração, lágrimas nos olhos;
Senti o que sentem,
Quando alguém as vende,
Por aí aos molhos.
Mas é só assim,
Que elas têm um fim
Sem verem a vida
Nas grandes cidades;
Aonde, vão em festas
E ouvem orquestras
Deixando mais lindas,
As festividades.
Oh rosa amada!
Por todos que a olham
De qualquer cor
Ainda em botão;
Sempre perfumada,
Estás sempre pronta
Assim tomas conta,
De qualquer coração.
Natividade
Tão linda e cheirosa!
E, coloquei no centro da mesa;
Foi quando a cortei, que a libertei.
Pois até então,
Ela estava presa.
Quase arrependida
Olhei essa rosa
Dor no coração, lágrimas nos olhos;
Senti o que sentem,
Quando alguém as vende,
Por aí aos molhos.
Mas é só assim,
Que elas têm um fim
Sem verem a vida
Nas grandes cidades;
Aonde, vão em festas
E ouvem orquestras
Deixando mais lindas,
As festividades.
Oh rosa amada!
Por todos que a olham
De qualquer cor
Ainda em botão;
Sempre perfumada,
Estás sempre pronta
Assim tomas conta,
De qualquer coração.
Natividade
Mãe
Quem disse que ser mãe,
É padecer no paraíso?
Se é também privilégio de mãe,
Ganhar o melhor e mas belo sorriso!
No coração ela acalenta
No peito ela alimenta:
Novas vidas em botão
Que moram em seu coração,
Onde ela está sempre atenta.
Maravilhas que ela desvenda
Descobre isso dia-a-dia:
Ela embala quando nasce
Mesmo que, muito tempo passe,
Ela ama com alegria.
É o prazer de viver
É o querer proteger;
Os seres que tanto ama,
E sempre que o filho a chama,
Ela corre para o atender.
Esse ser, que nasce e cresce,
Pra ela é sempre criança! A mãe que ama seus filhos
Tem alegria em servi-los,
Nada lhe pesa nem cansa.
Nesse berço que ela embala
A criança que chora,se cala.
Sabe que ela é ternura
É com amor que a segura,
Existe para ampara-la.
Natividade
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