Colhi uma rosa
Tão linda e cheirosa!
E, coloquei no centro da mesa;
Foi quando a cortei, que a libertei.
Pois até então,
Ela estava presa.
Quase arrependida
Olhei essa rosa
Dor no coração, lágrimas nos olhos;
Senti o que sentem,
Quando alguém as vende,
Por aí aos molhos.
Mas é só assim,
Que elas têm um fim
Sem verem a vida
Nas grandes cidades;
Aonde, vão em festas
E ouvem orquestras
Deixando mais lindas,
As festividades.
Oh rosa amada!
Por todos que a olham
De qualquer cor
Ainda em botão;
Sempre perfumada,
Estás sempre pronta
Assim tomas conta,
De qualquer coração.
Natividade
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