Era uma vez uma menina
esperta, muito ladina
que eu conhecia muito bem
como era a filha mais velha
o que lhe dava na telha
dizia pra sua mãe
O que pensava, falava
era muito meiga, e amava
e só dizia a verdade
mas tinha sede da vida
nada de ser reprimida
queria liberdade
Queria um mundo maior
sem saber que era pior
queria ter mais espaço
uma ansiedade muito grande
mas o mundo foi cobrando
como cobra a cada passo
Depois de longa jornada
olha a sua caminhada
e pergunta se valeu
tanta luta, tantas dores
descobriu outros valores
mas quantos ela perdeu.
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