quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Aquela nuvem
Aquele pecado que vejo, lá em cima é meu:
Aquela pedra atirada, quem a atirou foi eu:
Aquele grito culpado, quem o deu foi eu:
Aquela mãe que chora, quem a fez chorar foi eu.
Aquele pai que sofre, ao meu lado é o meu...
Aquele irmão triste, quem o magoou foi eu:
Aquele filho em trabalho, Jesus disse que é o meu:
Seguirei o exemplo do que ele aprendeu.
Aquela porta fechada, quem a fechou foi eu...
Aquele coração ferido, quem o feriu foi eu:
Agora reconheço e muito me doeu,
A Deus, peço perdão, o que Jesus prometeu.
Aquele irmão que agride, pode ser o meu:
O que dorme ao relento, o seu Pai é o meu:
Sem um lar, sem morada e que não aprendeu:
Faz o que eu fiz ontem, e que, por conta ainda não deu.
A opção de ajuda, Deus nos concedeu.
Se eu não fizer nada, o atraso é meu...
E serei julgada, pelo Pai, que me deu.
Sua vida por todos, Como Jubileu!
Maria Natividade
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