Escrevendo falo das minhas emoções,
Desabafos, saudades, canções,
Escrevo meus poemas, com liberdade.
Solto meus demônios.
Vejo a minha realidade.
Cada momento uma emoção,
Um sentimento, uma paixão.
Uma alegria, um lamento.
Escrevendo, os discuto, os revejo;
Assim, falo com quem gosto,
Se for esse o meu desejo.
Choro, rio, sou completa;
Às vezes sinto um vazio,
E minha alma deserta,
Assinalo poemas de amor,
Pois sou poeta.
Esqueço quem me feriu.
Se magoei, me desculpo.
Escrevendo, peço perdão.
Cantando, mato saudades,
Cuido do coração.
Escrevendo revivo o passado
Agradeço á Deus, falo do presente.
Do que a minha alma sente.
É um filme sempre ação.
Quem é o autor?
Quem o projeta para mim?
Está sempre à minha frente.
A tela, às vezes é clara,
Às vezes meio embaçada;
É produção independente,
Tão grande! Que não tem fim...
E, por vezes, tão sem nada!
Maria Natividade
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